sexta-feira, 2 de agosto de 2013

FOTOS DO NOSSO CULTO DE PROTESTO,SOMOS PROTESTANTES POR NATUREZA.









sexta-feira, 3 de agosto de 2012

VIVENDO OS SONHOS DE DEUS

Quando José sonhou alcançar grandes coisas no Senhor seus irmãos ficaram revoltados. José era quem trazia ao pai as notícias dos malfeitos dos irmãos; foi a José, e não ao primogênito Judá, que o pai dera uma túnica especial; era José o primogênito da mulher a quem Jacó amava. A clara predileção do pai pelo filho mais novo já lhes era uma agressão, imagine a idéia de prostrarem-se diante do “sonhador”! Movidos por esta revolta o venderam como escravo ao Egito. O sonho de José era profético, dado pelo próprio Deus, mas aparentemente só lhe trouxe sofrimentos: exclusão, perseguição e escravidão. Mas as dores trazidas por ter revelado o seu sonho não abalou a fé de José. No Egito, como escravo, José trabalhou diligentemente e terminou conquistando graça ante os olhos do seu senhor, tornando-se o administrador de todos os bens da casa. Parecia que, apesar de todos os problemas, a sorte de José havia sido selada: ser escravo, mas senhor dos demais conservos. Tendo em vista o ponto em que ele estava quando chegou, já era um avanço em tanto. Mas havia um plano de Deus para a vida de José. O problema era que o “plano de Deus” tornava sua vida cada vez mais difícil! A mulher de Potifar viu o jovem vigoroso e belo e o desejou. Fez propostas, assediou-o. Naquele momento, aos olhos dos valores que regem este mundo, José estava com “a faca e o queijo nas mãos”. Bastava atender aos clamores de sua senhora, satisfazer-lhe os apetites e ele passaria a ser o verdadeiro senhor da casa, pois gorvernaria os bens e a esposa do homem que julgava mantê-lo como escravo. Ceder era a coisa mais esperta a fazer. Na nossa caminhada vemos muitas vezes situações como esta. Onde temos de optar entre agir conforme o que é mais “esperto” ou “sensato”, conforme os valores do mundo, ou agir conforme a fé que muitas vezes parece ilógica e potencialmente pode nos conduzir a uma situação aparentemente pior. Podemos ter que decidir entre confessar ou esconder; entre falar a verdade ou mentir; entre pedir perdão ou manter as aparências; entre andar conforme as coisas do mundo ou ser cristão. José escolheu ser fiel a Deus. E o pior aconteceu. Por causa de sua fidelidade acabou indo para um lugar ainda mais terrível que a escravidão: a cadeia. Muitos teriam se revoltado contra Deus, ou até esquecido sua fé. Afinal, foi o sonho dado por Deus que o fez escravo em uma terra estrangeira; foi a sua fidelidade a este mesmo Deus que o lançou na prisão. Até aqui em sua vida, tudo o que envolvia o Senhor trazia problemas para José. De filho predileto de um homem próspero ele passou a ser escravo em uma terra estrangeira e daí deu mais um salto para trás sendo jogado nas temíveis prisões egipcias. Mas José manteve a fé e continuou confiando em Deus apesar de sua vida está indo de mal a pior por causa exatamente desta fé. Na cadeia ele continuou com o bom ânimo que o caracterizava. Diligente e competente, conquistou a confiança do carcereiro e passou a adminitrar a prisão. Quando o padeiro e o copeiro de faraó tiveram sonhos que os inqueitavam, antes de lhes dara a interpretação, José mais uma vez declarou sua fé: “É Deus quem dá a capacidade de interpretar sonhos”. O garoto rejeitado, perseguido, traído, injustiçado, não havia perdido a fé no seu Senhor! O final da história já conhecemos: José se tornou governador do Egito e os sonhos de Deus se cumpriram na vida dele. Mas não sem antes passar pela prova das adversidades e manter-se fiel. O irônico é que, pensando que estavam destruindo os sonhos de José, os seus irmãos terminaram contribuindo para que o projeto de Deus terminasse se realizando. Mesmo em todo o seu sofrimento a Bíblia reiteradamente nos diz que Deus era com ele. Mesmo traído por seus irmãos, mesmo debaixo da escravidão, da calunia, da perseguição e da prisão, em todas estas coisas Deus estava com ele. Assim como Deus está com você não importando as circunstâncias, mesmo quando aparentemente Ele não está. Você também tem sonhos de Deus em sua vida! Talvez, assim como foi com José, você sofra com perseguições, calunias e opressão, mas Deus quer que você não desista e permaneça fiel a Ele. Se permanecer firme no Senhor, você verá que aquilo que hoje parece ser caminho de fracasso será usado por Deus como instrumento para que os planos Dele, que nunca são frustrados, se cumpram em sua vida e verá na prática que “todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus” (Romanos 8:28) A sua fidelidade é o combustível que alimenta os sonhos do Senhor.

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Pastores e Lobos no Reino de Deus

É fácil utilizar as Escrituras e soltar versículos bíblicos às multidões sedentas do Evangelho. O problema é que o povo não consulta a Palavra de Deus para examinar se o conteúdo está de acordo com a Sua vontade. A interpretação pastoral livre e abusiva, de homens com sede ao pote pela movimentação evangélica e arrecadação financeira é cada vez mais acentuada. Poucos são aqueles que, levando os mandamentos de Deus à sério, carregam sua Bíblia, na hora da pregação como faziam os cristãos de Beréia (Atos 17.11). A mensagem geralmente é de pouca soma e não é voltada para o apelo da sã doutrina de Cristo: a salvação da alma, o arrependimento dos pecados e a santidade daqueles que querem obter um relacionamento sadio, íntimo e promissor com o Criador. O salmista Davi escreveu estes pensamentos: “A intimidade do Senhor é para os que O temem, aos quais Ele dará a conhecer a Sua aliança” (Salmo 25.14). Portanto, a aliança de Deus está na Sua própria Palavra, a qual devemos levar conosco ao entrarmos nos átrios do Senhor, examinando as Escrituras, porque nelas contém a vida eterna (João 5.39). Assim, as mensagens devem conter transformação, renovação de fé e esperança, arrependimento de pecados, santificação no Espírito e fidelidade ao Senhor, louvando, servindo e testemunhando a nossa salvação em Cristo. Isto é a real aliança que Deus deseja de todo cristão. Acredito em adoração e sacrifício vivo para com Deus (Romanos 12.1-2), porém esta aliança deve estar acompanhada de santificação, entrega e submissão ao Senhor. Longe de nós sermos vítimas de mensagens baratas, sem sacrifício e sem comprometimento com a obra de Cristo. Acerca disso os lobos tiram proveito do rebanho, impondo-lhes oportunidades, promessas duradouras, conceitos, jugos, ofícios, tradições e filosofias humanas rudimentares, nas quais o povo segue ao arrastão dos ardis devoradores de almas, adotando subterfúgios bíblicos de enganarem as ovelhas de Israel aos seus ideais pregados no palco e com shows. A infidelidade aos padrões da santa doutrina dos apóstolos tornam muitos homens também infiéis. A grande maioria segue as tradições impostas pela liderança que preside suas próprias normas para exploração da fé pública. Daí o abuso doutrinário (1 Timóteo 4.1) Vamos analisar alguns desses acontecimentos no Velho Testamento. O profeta Ezequiel profetizou sobre eles. O primeiro sinal é que os pastores infiéis podem ser notados quando apascentam a si mesmos, em vez das ovelhas: “Filho do homem, profetiza contra os pastores de Israel; profetiza, e dize-lhes: Assim diz o Senhor Deus: Ai dos pastores de Israel que se apascentam a si mesmos! Não apascentarão as ovelhas? Comeis a gordura, vestis-vos da lã e degolais o cevado; mas não apascentais as ovelhas. A fraca não fortalecestes, a doente não curastes, a desgarrada não tornastes a trazer e a perdida não buscastes; mas dominais sobre elas com rigor e dureza” (Ezequiel 34.2-4) Observando pelo lado do Novo Testamento, seguimos os conselhos do Senhor Jesus quando disse: “Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a vida pelas ovelhas” (João 10.11). Pastores fiéis dão de si mesmos às aflições, aos apelos e aos interesses das ovelhas sedentas em prosseguirem no caminho de Cristo; lobos, agem ao contrário: ignoram, menosprezam e passam por cima dos sentimentos e das realizações das ovelhas. Vejamos outro exemplo do apóstolo João: “Nisto conhecemos o amor, em que Cristo deu a Sua vida por nós; e devemos dar nossa vida pelos irmãos”(1 João 3.16). A diferença fatal é o amor. Enquanto os pastores buscam as ovelhas por amor, os lobos determinam sua própria justiça: tirar o máximo da vida de suas ovelhas. Resumindo: Se são pastores fiéis, que permaneçam na doutrina de Deus; se são lobos e pastores infiéis, repelem e fazem omissão aos dons espirituais e à edificação da igreja (1 Coríntios 14.12).  Enfim, o apóstolo João já nos escreveu: “Todo aquele que ultrapassa a doutrina de Cristo e nela não permanece, não tem Deus; o que permanece na doutrina, esse tem assim o Pai, como o Filho”(2 João 9). Baseado nestas verdades, assim podemos distinguir, na realidade, as obras dos pastores fiéis no confronto espiritual com os lobos vorazes e infiéis. Apresento-lhes 20 percepções físicas e espirituais que descrevem em parte tais diferenças entre os fiéis e infiéis no reino de Deus:
01. Pastores cheiram à ovelhas; lobos, farejam as ovelhas.
02. Pastores conferem as Escrituras; lobos acrescentam escrituras.
03. Pastores ficam no meio das ovelhas; lobos permanecem por atrás das ovelhas.
04. Pastores dão honras às ovelhas do seu pastoreio; lobos bajulam aquelas que já têm honra.
05. Pastores gostam de multiplicar igrejas; lobos adoram dobrar as igrejas.
06. Pastores convocam ovelhas para decisões; lobos se convocam para dominarem as decisões das ovelhas.
07. Pastores são os guias das ovelhas; lobos deixam as ovelhas se guiarem.
08. Pastores dão cartas de recomendações às outras ovelhas; lobos excluem os apelos das ovelhas.
09. Pastores trabalham em prol das ovelhas; lobos põem as ovelhas para trabalharem por eles.
10. Pastores choram com as ovelhas; lobos ficam rindo das ovelhas.
11. Pastores têm medo de pregar  verdades doutrinárias;  lobos se encorajam para omiti-las.
12. Pastores limpam as sujeiras das ovelhas; lobos transferem a sujeira para as ovelhas.
13. Pastores se arrependem dos seus pecados; lobos pedem desculpas por qualquer coisa.
14. Pastores se inspiram na Bíblia para fazerem a obra: lobos se inspiram nos rivais para engordarem a obra.
15. Pastores chamam suas ovelhas de amadas; lobos chamam as ovelhas para amá-los.
16. Pastores não desistem das metas enquanto não forem cumpridas; lobos desistem delas se eles também desistirem.
17. Pastores se transformam pela voz de Deus; lobos se fazem surdos porque não querem mudar.
18. Pastores almoçam junto com todas as ovelhas; lobos almoçam unidos com  uma só ovelha.
19. Pastores chegam de mansinho; lobos saem de mansão.
20. Pastores imitam a Jesus Cristo; lobos imitam a Satanás.

Pois assim está escrito: “Aquele, porém, que se gloria, glorie-se no Senhor” (2 Coríntios 10.17). Alerta aos santos do Senhor: “E não é de admirar; porque o próprio Satanás se transforma em anjo de luz. Não é muito, pois, que os seus próprios ministros se transformem em ministros de justiça;  o fim deles será, conforme as suas obras”"  (2 Coríntos 11.14-15). Se alguém ainda não conheceu como deve ser a conduta do bom pastor, que volte-se para Cristo e aceite o conselho do apóstolo João: “Não tenho maior alegria do que esta, a de ouvir que meus filhos andam na verdade” (3 João 3). Glória a Deus, pois aquele que é o Pastor dos pastores, Jesus, nos disse: “Quem é de Deus ouve as palavras de Deus” (João 8.47a).

terça-feira, 17 de julho de 2012

COMO SATANAS AGE CONTRA A IGREJA DE CRISTO

Muitos tem uma visão errada sobre satanás. Alguns pensam que o diabo é um ser totalmente inofensivo, como um leão velho e desdentado ou uma serpente sem veneno. Há outros que acham que o diabo jamais pode oferecer qualquer ameaça ou perigo para o crente. Alguns pensam que a igreja está ilesa a todo o ataque do adversário. Certa vez um presbítero disse que o diabo tinha medo dele, não passava perto da sua casa, nem muito menos podia ter acesso à sua igreja. Essa visão romântica e irreal traz sérios prejuízos para o crente. COMO SATANÁS AGE CONTRA A IGREJA? 1. ELE FURTA A PALAVRA DOS CORAÇÕES. Jesus contou a parábola do semeador que saiu a semear (Mt 13.1-23). A semente que caiu à beira do caminho foi pisada pelos homens e comida pelas aves do céu (Lc 8.5). Jesus, interpretando a parábola, disse que essas aves simbolizam o diabo, que vem e arrebata a palavra do coração para que a pessoa não creia nem seja salva (Lc 8.12). Aquela mensagem que fere o coração, que revela ao homem sua indignidade e a hediondez do seu pecado, que mostra a necessidade urgente de seu arrependimento e a inevitabilidade do juízo, essa é a mensagem que o homem pisa, pois ela golpeia o seu orgulho e o humilha até o pó. Dessa mensagem o diabo tem medo e faz de tudo para furtá-la do coração do homem. 2. ELE SEMEIA JOIO NO MEIO DO TRIGO. Jesus fala que, enquanto os filhos do reino estavam dormindo, veio o diabo e semeou o joio, filhos do maligno, no meio do trigai de Deus, a igreja (Mt 13.24-30, 36-43). O diabo age aqui não de fora para dentro, mas de dentro para fora. Ele colocou os seus agentes dentro da igreja. Pessoas com aparência de crentes, com o nome de crente, usando jargões de crente, mas na verdade são filhos do maligno. Estão na igreja, são membros da igreja, mas pertencem ao reino das trevas, são filhos do diabo; preste atenção ao fato de que o diabo semeou seus filhos no meio da igreja, porque esta estava dormindo. Enquanto a igreja dorme, o diabo trabalha. 3. ELE INTERCEPTA A RESPOSTA ÀS ORAÇÕES DOS SANTOS. Daniel, vivendo na Babilônia, sob o governo de Ciro, rei da Pérsia, estava orando e jejuando durante 21 dias. A Bíblia diz que Deus ouviu e deferiu a oração de Daniel desde o primeiro dia em que o profeta dirigiu aos céus a sua oração. Todavia, o anjo mensageiro que trazia a resposta ao profeta foi interceptado no caminho. Foi preciso que o arcanjo Miguel saísse em ajuda ao anjo mensageiro, para que Daniel recebesse a resposta. Nós provocamos grandes reações no reino espiritual quando nos colocamos de joelhos para orar. O diabo treme quando vê um santo de joelhos. Quando a igreja ora, os céus se movem, o inferno treme, e coisas novas acontecem na terra. Nenhuma igreja pode estar preparada para a batalha espiritual se não tem uma vida de oração. As orações são os mísseis que atiramos contra o arraial do inimigo, desarmando suas ciladas e neutralizando suas estratégias. Quando a igreja permanece na oração, os anjos de Deus se agitam nas regiões celestes, guerreando em nosso favor. 4. ELE OPRIME PESSOAS COM ENFERMIDADES. A Bíblia faz referência a algumas pessoas que o diabo oprimiu com enfermidade: é o caso de Jó, da mulher, filha de Abraão, que andou encurvada dezoito anos, (Lc 13.10-17), com um espírito de enfermidade, e de outras pessoas com surdez, mudez e loucura. As pessoas que sofrem dessas enfermidades precisam ser libertas do jugo do diabo. Foi isso que Jesus fez com aquela pobre mulher que andava cabisbaixa durante dezoito anos. Há pessoas que vivem debaixo desse terrível cativeiro de uma enfermidade provocada pela ação do maligno. Precisamos ter discernimento para não cairmos no pecado dos amigos de Jó, que viram a sua grave enfermidade procedente das mãos de Deus. Mas, quando lemos o livro de Jó, descobrimos que por trás de todo aquele espetáculo de sofrimento e dor estava a mão iníqua de Satanás. E o Senhor permitiu toda aquela tragédia na vida de Jó para que Satanás saísse derrotado e Jó mais fortalecido. 5. ELE RESISTE A OBRA MISSIONÁRIA. Paulo, escrevendo sua primeira carta aos Tessalonicenses, fala que Satanás lhe barrou os passos quando estava empreendendo uma jornada missionária (1 Ts 2.18). O diabo odeia a obra missionária. Ele a persegue com toda fúria. Ele agiganta os seus esforços para barrar o ímpeto evangelístico da igreja e a arrancada missionária do povo de Deus. Não há missões sem batalha espiritual. Por isso não há missões sem oposição sistemática do reino das trevas.Entrar em missões é pisar num campo minado pelo inimigo. Todavia, a igreja não pode intimidar-se nem recuar por causa da fúria do inimigo. A resistência dele não pode deter o avanço da igreja. Deus não promete ausência de lutas, mas garante vitória segura. 6. ELE ATORMENTA AS PESSOAS EM CUJO CORAÇÃO NÃO HÁ ESPAÇO PARA O PERDÃO. Quem não perdoa não tem paz. Quem guarda mágoa no coração e nutre ressentimento na alma vive atormentado (Mt 18.23-35). Paulo, em Efésios 4.26 e 27, diz que a ira é uma porta de acesso que o diabo encontra para atormentar a vida de alguém. Quando uma pessoa agasalha a mágoa e o ressentimento no coração, tornando-se azeda de ódio, o diabo assume controle de sua vida para lhe causar grandes danos. Jesus diz que o grande segredo para ministrarmos o perdão aos nossos devedores e aos nossos ofensores é reconhecer a grandeza do perdão que recebemos de Deus.  . 7. ELE USA A ARMA DA DISSIMULAÇÃO. Paulo diz em 2 Co 11.14,15 que o diabo, se apresenta às pessoas disfarçado em anjo de luz. Vem com prazeres que atraem o espírito, com recompensas que satisfazem a alma. Foi com essa mesma arma que Satanás tentou Davi para fazer um recenseamento do povo, contando seus soldados para guerra. Assim Davi desviou os seus olhos do Senhor dos Exércitos, demonstrando confiar na força dos seus homens (1 Cr 21.1). O diabo sempre incentiva a ideia de o homem colocar a sua confiança em seus próprios recursos. O diabo é um grande dissimulador. Ele tem muitas máscaras. Sua grande plataforma é enganar as pessoas e ludibriá-las. A isso devemos estar muitos atentos. 8. ELE USA A ARMA DA INTIMIDAÇÃO. O apostolo Pedro diz que o diabo anda ao nosso redor rugindo como leão, buscando a quem devorar (1 Pe 5.8). O leão ruge para espantar a presa. Ele ruge para que o animal que está no esconderijo, protegido, em segurança, saia e assim seja atacado. Seu rugido é uma forma de intimidação. O diabo é destruidor. Ele age com grande fúria na terra, sabendo que lhe resta pouco tempo. Mas, fiquemos firques e confiantes no poder de Cristo. 9. ELE AGE NA DISSEMINAÇÃO DE ENSINOS FALSOS. Paulo fala que nos últimos dias muitos obedeceriam a ensinos de demônios (1 Tm 4.1). O diabo é um grande inventor de religiões. É o pai de muitas doutrinas geradas nas sucursais do inferno, para desviar as pessoas da verdade. É o pai da mentira, que não suporta a verdade. Ele trabalha incansavelmente para criar novas doutrinas, novos credos, novas religiões. Temos de gritar como Isaías: “[...] à lei e ao testemunho! Se eles nâo falarem assim jamais verão a alva’’ (Is 8.20). 10. ELE ATACA A MENTE DOS HOMENS. O diabo insinua dúvidas com respeito à veracidade da Palavra de Deus (Gn 3.1). Põe na mente das pessoas a falsa compreensão de que o caminho da cruz poderia ser evitado sem afetar em nada a nossa salvação (Mt 16.21-23). Também atira sobre as pessoas seus dardos inflamados, colocando na mente delas pensamentos impuros e malignos. A mente é um campo de guerra, em que o inimigo peleja incansavelmente. CONCLUSÃO Mas, como vencer o diabo? 1. REVISTA-SE DO PODER DE DEUS (EF 6.10). Efésios 6.10 nos fala da necessidade de poder. Quando olhamos para a igreja de hoje, constatamos algo de errado. A igreja está fraca, os crentes estão sem autoridade. Estamos como os discípulos de Jesus no sopé do monte da transfiguração; impotentes diante da terrível manifestação do diabo. Para confrontar o poder das trevas, precisamos do poder de Deus. Jesus disse que o poder para confrontar o maligno só se consegue com oração e jejum. 2. USE DE TODA A ARMADURA DE DEUS (EF 6.11,13). Paulo fala de sete peças dessa armadura. Sete é o numero da perfeição. É preciso revestir-se de TODA a armadura de Deus: 1. O cinto da verdade; 2. A couraça da justiça; 3. Os pés calçados com a preparação do Evangelho da paz; 4. O escudo da fé; 5. O capacete da salvação; 6. A espada do Espírito; 7. A oração. Se você deixar de usar uma dessas peças da armadura, não terá vitória nessa guerra espiritual. 3. MANTENHA VIGILÂNCIA CONSTANTE (EF 6.11). Ficar firme contra as ciladas é ficar atento, de olhos abertos, vigiando a todo instante. É ficar de prontidão para o combate. 4. NÃO CEDA ÀS PRESSÕES (EF 6.13). Se não estivermos atentos, corremos o risco de ficar revoltados e amargurados com Deus ao nos deparar com o dia mau. Precisamos ter discernimento para não cair nessa cilada do diabo. 5. NÃO ABRA GUARDA DEPOIS DE UMA VITÓRIA (EF 6.13). A nossa luta continuará até que o diabo seja lançado no lago do fogo. Enquanto aqui estivermos, viver é lutar.

sexta-feira, 13 de julho de 2012

As 1O Verdades do Poder no Sangue de Jesus

O valor do sangue derramado por Jesus na cruz É verdade que a própria palavra "sangue" já assusta as pessoas. Também é verdade que o sangue de Cristo amedronta o diabo, por ser a única coisa que purifica uma alma enferma por causa do pecado. (Mt 26:28; At 20:28; Rm 3:25, 5:9; Ef 1:7, 2:13; Cl 1:20; Hb 9:14,22, 10:19, 13:12; 1 Pe 1:2; 1 Jo 1:7; Ap 1:5, 5:9, 12:11, 19:13.) Você consegue imaginar como seriam os escritos de Paulo, se ele tivesse sido tão irresponsável quanto a nossa geração de pregadores ao proclamar o poder magnífico e a beleza do sangue de Jesus? O que temos agora é apenas um evangelho sem sangue! Hoje, as pessoas têm medo de pensar e os pregadores têm medo de fazê-las pensar. Estamos perdendo completamente o conceito de Jesus como o Cordeiro Pascal do Velho Testamento. (Ex 12:23-24; Is 53:7; Lc 22:15; Jo 1:29,36; 1 Co 5:7; 1 Pe 1:19; Ap 5:6,12, 7:14, 22:1,3.) "Mas toma muito tempo e raciocínio para explicar," diriam alguns (Hb 5:11-14). "Precisamos simplificar o Evangelho para alcançar as massas". Ah, que lógica! Se removermos o sangue da pregação do Evangelho, automaticamente removeremos o poder para vencer o diabo e conquistar as almas dos homens! Ora, a primeira aliança também tinha preceitos de serviço sagrado e o seu santuário terrestre. [...] Ora... continuamente entram no primeiro tabernáculo os sacerdotes, para realizar os serviços sagrados; mas, no segundo, o sumo sacerdote, ele sozinho, uma vez por ano, não sem sangue, que oferece por si e pelos pecados de ignorância do povo. [...] Quando, porém, veio Cristo como sumo sacerdote [...] não por meio de sangue de bodes e de bezerros, mas pelo seu próprio sangue, entrou no Santo dos Santos, uma vez por todas, tendo obtido eterna redenção. (Hb 9.1,6,7,11,12). Alguém já disse que as palavras “... não sem sangue...” pertencem ao Velho Testamento. Porém, o que diz o nosso Senhor Jesus Cristo? Observe primeiro, que quando João Batista anunciou a vinda do Messias, referiu-se a duas funções que seriam realizadas por ele: primeiro, que seria “o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” (Jo 1.29); e, segundo, que batizaria “com o Espírito Santo e com fogo” (Mt 3.11). O sangue do Cordeiro precisava ser derramado antes que o derramamento do Espírito Santo pudesse ser concedido. Somente quando tudo que o Velho Testamento ensinou sobre o sangue fosse cumprido é que a dispensação do Espírito poderia começar. Depois, o Senhor Jesus Cristo declarou, ele próprio, que sua morte na cruz era a razão por que havia vindo ao mundo, que era a condição necessária para a redenção e a vida que viera trazer. Afirmou claramente, em conexão com a sua morte, que o derramamento do seu sangue era necessário. Na sinagoga de Cafarnaum, falou de si mesmo como o “Pão da Vida” (Jo 6.35), e que esse pão daria vida para o mundo (Jo 6.33). Quatro vezes em seguida, falou do seu sangue: “Se não... beberdes o seu sangue, não tendes vida em vós mesmos”; “quem... beber o meu sangue tem a vida eterna”; “o meu sangue é verdadeira bebida”; “quem... beber o meu sangue permanece em mim, e eu, nele” (Jo 6.53-56). Nosso Senhor assim declarou o fato fundamental de que mesmo ele, como o Filho do Pai que veio restaurar-nos a vida perdida, não poderia fazer isso de nenhuma outra forma senão morrendo por nós, derramando seu sangue e, só então, tornando-nos participantes do poder que o sangue derramado oferece. Nosso Senhor confirmou os ensinamentos do Velho Testamento – que o homem só poderá viver por meio da morte de outro, pois só através da ressurreição é que a vida se torna eterna. Nem o próprio Cristo poderia nos tornar participantes dessa vida eterna sem derramar seu sangue e nos levar a beber dele. Que fato glorioso! A vida eterna pode ser nossa, contudo “não sem sangue”. Igualmente impressionante é a declaração dessa verdade por nosso Senhor na última noite de sua vida na Terra. Antes de completar sua grande obra, doando a vida como “resgate por muitos” (Mt 20.28), ele instituiu a Santa Ceia, dizendo: Bebei dele todos; porque isto é o meu sangue, o sangue da nova aliança, derramado em favor de muitos, para remissão de pecados” (Mt 26.27,28). “Sem derramamento de sangue, não há remissão” (Hb 9.22). Portanto, pelo derramamento do próprio sangue, Cristo obteve nova vida para nós. Através do que descreveu como “beber o seu sangue”, ele divide sua vida conosco. O sangue derramado na expiação nos livra da culpa do pecado, da morte e do castigo pelo pecado. O sangue que bebemos pela fé transmite-nos sua vida. O sangue que derramou foi, em primeiro lugar, para nós e, em segundo lugar, concedido a nós. Ensinamento do Novo Testamento Depois da ressurreição e ascensão de Cristo, ele não foi mais conhecido pelos apóstolos “segundo a carne”. Agora, tudo que era simbólico foi removido, e as profundas verdades espirituais escondidas nos símbolos foram descortinadas. Entretanto, o sangue não foi um dos símbolos removidos. Continua ocupando um lugar de destaque. O primeiro lugar a pesquisar sobre isso no Novo Testamento é na epístola aos Hebreus, que foi escrita com a expressa finalidade de mostrar que o serviço do templo agora havia se tornado inútil e que, no plano de Deus, estava previsto que isso acontecesse após a vinda do Messias. Aqui, mais do que em qualquer outro lugar nas Escrituras, era de se esperar que o Espírito Santo tivesse mostrado a mudança de sentido do sangue no propósito de Deus, se fosse mais um dos aspectos substituídos na Nova Aliança. No entanto, é justamente aqui que encontramos menções enfáticas do sangue de Jesus, dando-lhe ainda mais importância. Veja os seguintes textos: “...mas pelo seu próprio sangue, entrou no Santo dos Santos, uma vez por todas” (Hb 9.12). “...muito mais o sangue de Cristo... purificará a nossa consciência de obras mortas, para servirmos ao Deus vivo!” (Hb 9.14). “Tendo, pois, irmãos, intrepidez para entrar no Santo dos Santos, pelo sangue de Jesus...” (Hb 10.19). “Mas tendes chegado... a Jesus, o Mediador da nova aliança, e ao sangue da aspersão” (Hb 12.22,24). “Por isso, foi que também Jesus, para santificar o povo, pelo seu próprio sangue, sofreu fora da porta” (Hb 13.12). “Ora, o Deus da paz, que tornou a trazer dentre os mortos a Jesus, nosso Senhor... pelo sangue da eterna aliança...” (Hb 13.20). Por tais palavras, o Espírito Santo nos ensina que o sangue é realmente o poder central em toda nossa redenção. “Não sem sangue” é tão válido no Novo Testamento quanto no Velho. Nada além do sangue de Jesus, derramado em sua morte pelos pecados, poderá cobrir o pecado, do lado de Deus, ou removê-lo, do nosso. O Que é Beber o Sangue de Jesus? Temos aqui um dos mais profundos mistérios da vida de Deus em nós. Convém que nos aproximemos do assunto com profunda reverência e que peçamos ao Senhor Jesus que nos ensine o significado verdadeiro de beber o seu sangue. Assim como a água tem uma dupla função, o mesmo ocorre com o sangue. Quando a água é usada para lavar, o resultado é purificação ou limpeza; quando é usada para beber, somos refrescados e reanimados. Todos conhecem a diferença entre as duas funções. Por mais necessário e agradável que seja usar a água para limpeza, é muito mais essencial e revigorante usá-la para beber. Sem sua ação de purificação, não podemos viver como devemos; contudo, sem bebê-la, não podemos nem viver. É só quando é ingerida que a água exerce seu poder de sustentar a vida. Sem beber o sangue do Filho de Deus – ou seja, sem a mais plena e intensa apropriação dele – não se pode ter vida eterna. Para muitos, pode soar estranha a expressão: “beber o sangue do Filho de Deus”, mas para os judeus que ouviram Jesus era ainda mais ofensivo, pois além da repugnância natural, na lei de Moisés o uso de sangue era proibido, sob severas penalidades. Podemos estar certos de que nosso Senhor não teria usado essa expressão se não representasse uma verdade fundamental, impossível de ser comunicada de outra forma. Portanto, beber o sangue significa que há uma função do sangue que vai muito além de purificação ou santificação; o sangue não só realiza algo por nós, colocando-nos num novo relacionamento com Deus, mas também efetua algo em nós, renovando-nos interiormente. É isso que Jesus quis mostrar quando disse: “Se não comerdes a carne do Filho do homem e não beberdes o seu sangue, não tendes vida em vós mesmos” (Jo 6.53). Nosso Senhor distingue aqui dois tipos de vida. Os judeus que ali estavam tinham uma vida natural de corpo e alma. Muitos eram homens devotos e bem-intencionados, mas Jesus disse que não tinham vida em si mesmos a menos que comessem sua carne e bebessem seu sangue. Precisavam de uma outra vida – uma nova vida do alto que havia em Jesus e que só ele podia comunicar. Todo ser vivo criado precisa buscar nutrição fora de si mesmo. A vida natural é sustentada por pão e água. A vida celestial precisa ser nutrida por comida e bebida celestiais, fornecidas pelo próprio Jesus. Nada menos do que a vida de Jesus, a vida que ele viveu como Filho do homem sobre a Terra, pode nutrir a nossa vida como novas criaturas. Nosso Senhor enfatizou isso de forma ainda mais forte nestas palavras: “Quem comer a minha carne e beber o meu sangue tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia” (Jo 6.54). A vida eterna é a vida de Deus. Jesus veio à Terra, primeiro para revelar essa vida eterna e, depois, para comunicá-la a nós que vivemos na carne. Nele a vida eterna habitou pelo poder divino num corpo de carne, que depois foi elevado ao céu. De acordo com suas palavras, aqueles que comem sua carne e bebem o seu sangue experimentarão também, em seus próprios corpos, o poder da vida eterna. “Eu o ressuscitarei no último dia”. A maravilha é que em Cristo a vida eterna se manifestou num corpo humano. E, para nós, é tão importante ser participantes desse corpo quanto o é participarmos da vida do seu Espírito; é isso que garante que o nosso corpo, cheio dessa vida, um dia será ressuscitado dos mortos. Jesus ainda disse: “Minha carne é verdadeira comida, e o meu sangue é verdadeira bebida” (v. 55). A palavra traduzida verdadeira aqui é a mesma palavra que Jesus usou na parábola da videira: “Eu sou a videira verdadeira” (Jo 15.1). Ele estava mostrando a diferença entre o que é apenas um símbolo e o que é uma realidade presente. Comida natural não é comida verdadeira, pois não transmite verdadeira vida. A única comida verdadeira é o corpo e o sangue do Senhor Jesus Cristo, porque comunica e sustenta uma vida real, não uma vida simbólica ou uma mera sombra. Para mostrar a realidade e o poder dessa comida, nosso Senhor acrescentou: “Quem comer a minha carne e beber o meu sangue permanece em mim e eu nele” (Jo 6.56). A alimentação da carne e do sangue de Jesus efetua a mais perfeita união com ele. É por isso que sua carne e seu sangue têm tal poder de vida eterna. Ele declara aqui que aqueles que crêem nele não experimentarão meras influências em seus corações, mas entrarão na mais íntima e permanente união com ele: permanecerão em Jesus e Jesus neles. A bênção de "beber o sangue do Filho do homem" é tornar-se um com ele, é participar da natureza divina. É uma união tão real quanto a união entre o Pai e o Filho: “Assim como... eu vivo pelo Pai, também quem de mim se alimenta, por mim viverá” (Jo 6.57). Assim como na natureza divina e indivisível, as duas Pessoas do Pai e do Filho são verdadeiramente uma, igualmente o homem se torna um com Jesus. O Senhor preparou para si um corpo (Hb 10.5), no qual viveu aqui na Terra. Esse corpo tornou-se participante da vida eterna. Ao comermos da sua carne e bebermos do seu sangue, a vida eterna também passa a habitar em nossos corpos, ou seja, a manifestar-se em nossas vidas. Como Bebemos o Sangue de Jesus? Como podemos efetivamente beber o sangue de Jesus? A primeira idéia que se apresenta é a profunda e verdadeira apropriação no nosso espírito, pela fé, de tudo que podemos compreender a respeito do poder do sangue. Às vezes, falamos de “beber” as palavras de um palestrante, quando de coração nos dispomos a ouvir e recebê-las. Assim, quando nosso coração se enche da preciosidade e do poder do sangue, quando com verdadeira alegria nos envolvemos na contemplação dessa verdade, quando com fé e coração unido tomamos isso como nossa propriedade e procuramos nos convencer no nosso íntimo do poder vivificante do sangue, então se pode dizer que estamos “bebendo o sangue de Jesus”. Tudo que a fé nos capacita a ver da redenção, da purificação e da santificação pelo sangue, podemos absorver nas profundezas do nosso ser. Entretanto, é evidente que nosso Senhor quis revelar algo ainda maior do que isso quando enfatizou repetidas vezes a importância de comer a sua carne e beber o seu sangue. Esta verdade mais ampla se tornaria mais clara posteriormente quando ele instituiu a ordenança da Santa Ceia. Ainda que não tenha mencionado a Ceia no seu discurso em Cafarnaum (João 6), compreendemos depois que a Ceia confirma e torna claro o que ensinou naquela ocasião. Quando participamos da Ceia do Senhor, há algo mais do que a simples apropriação da obra redentora de Cristo. Isso fica claro no catecismo de Heidelberg (da Igreja Reformada Alemã, elaborado em 1563), pergunta 76: “0 que significa comer o corpo crucificado de Cristo e beber seu sangue derramado?” E a resposta é: “Não é apenas aceitar com verdadeira fé no coração todo o sofrimento e morte de Cristo e, assim, receber o perdão dos pecados e a vida eterna; porém, além disso, é tornar-se mais e mais unido ao santo corpo de Cristo, pelo Espírito Santo que habita ao mesmo tempo tanto em Cristo como em nós; de forma que, embora Cristo esteja no céu e nós na Terra, nos tornamos carne de sua carne e osso de seus ossos, vivemos eternamente e somos governados por um só Espírito, como os membros do nosso corpo o são por uma só alma”. Na criação do homem, o fator especial que o distinguiria dos outros espíritos que Deus havia criado anteriormente e que o tornaria a obra suprema da sabedoria e do poder de Deus era que ele revelaria a vida do espírito e a glória de Deus num corpo formado do pó da terra. Porém, foi através do corpo que cobiça e pecado entraram no mundo. O plano de Deus através da redenção é a libertação do corpo, transformando-o em sua habitação. Só quando isso de fato acontecer é que a redenção será completa. Foi para isso que o Senhor Jesus veio na carne e levou sobre si os nossos pecados no madeiro. A Escritura afirma que habitou nele “corporalmente toda a plenitude da divindade” (Cl 2.9). Assim, pela sua morte e ressurreição, Jesus libertou o nosso corpo, não só o espírito, do poder do pecado e da morte. Como primícias dessa redenção, somos agora um corpo, como também um Espírito, com Jesus. Somos membros do seu corpo, carne de sua carne e ossos de seus ossos. É por isso que ao observarmos a Ceia do Senhor, ele vem aos nossos corpos também para tomar posse deles. Ele não só opera pelo seu Espírito em nossos espíritos, a fim de que nossos corpos participem da redenção no dia da ressurreição – mas faz com que já aqui nosso corpo seja templo do Espírito. A santificação da alma e do espírito progredirá mais gloriosamente na proporção em que toda a personalidade humana, unificada e incluindo o corpo (que tende a exercer uma influência tão contrária), participa do mesmo processo. Na Ceia do Senhor, então, somos alimentados conscientemente pelo verdadeiro corpo e pelo verdadeiro sangue de Cristo, ainda que não seja um elemento mágico que qualquer pessoa, crendo ou não, pudesse partilhar. Ainda assim, de forma real e misteriosa, nossa fé recebe pelo Espírito o poder do corpo e do sangue celestiais como o alimento que torna a alma e o corpo participantes da vida eterna. Beber o sangue de Jesus, então, é o profundo mistério espiritual em que a mais íntima e perfeita união com Cristo é efetuada. Isso acontece quando o coração, pelo Espírito Santo, apropria-se plenamente da comunhão do sangue de Cristo e torna-se participante verdadeiro da mesma disposição revelada por Jesus no derramar do seu sangue. O sangue é a alma, a vida do corpo; quando o crente, como um corpo com Cristo, deseja habitar perfeitamente nele, o Espírito, de forma sobrenatural, fará com que o sangue sustente e fortaleça a vida celestial. A vida que foi derramada no sangue se tornará sua própria vida. A vida do velho eu morre para dar lugar à vida de Cristo nele. Ao perceber como o beber do sangue é a mais elevada participação da vida celestial do Senhor, a fé exerce uma de suas funções mais gloriosas. VEJA AS 1O VERDADES BÍBLICAS DO SANGUE DE JESUS 1 - Temos redenção (perdão) através do sangue (Ef 1.7). 7 Em quem temos a redenção pelo seu sangue, a remissão das ofensas, segundo as riquezas da sua graça. 2 - Somos justificados através do sangue (Rm 5.9). Logo muito mais agora, tendo sido justificados pelo seu sangue, seremos por ele salvos da ira. 3 - Somos santificados através do sangue (Hb 10.10). E por isso também Jesus, para santificar o povo pelo seu próprio sangue, padeceu fora da porta. (Hb 13 . 12) 4 - Temos purificação através do sangue (1 Jo 1.7). Mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado. (I Jo 1 . 7) 5 - Temos paz através do sangue (Cl 1.20). E que, havendo por ele feito a paz pelo sangue da sua cruz, por meio dele reconciliasse consigo mesmo todas as coisas, tanto as que estão na terra, como as que estão nos céus. (Cl 1 . 20) 6 - Temos vitória através do sangue (Ap 12.11). E eles o venceram pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do seu testemunho; e não amaram as suas vidas até à morte. (Ap 12 . 11) 7 - Fomos comprados pelo Sangue de Jesus E cantavam um novo cântico, dizendo: Digno é de tomar o livro, e de abrir os seus selos; porque foste morto, e com o teu sangue compraste para Deus homens de toda a tribo, e língua, e povo, e nação; (Ap 5 . 9) 8 - Fomos lavados no sangue: E da parte de Jesus Cristo, que é a fiel testemunha, o primogênito dentre os mortos e o príncipe dos reis da terra. Àquele que nos amou, e em seu sangue nos lavou dos nossos pecados, (Ap 1 . 5) 9 - Só Pelo Sangue de Jesus podemos entrar na presença de Deus. Tendo, pois, irmãos, ousadia para entrar no santuário, pelo sangue de Jesus, (Hb 10 . 19) 10 - Purifica nossa consciência Quanto mais o sangue de Cristo, que pelo Espírito eterno se ofereceu a si mesmo imaculado a Deus, purificará as vossas consciências das obras mortas, para servirdes ao Deus vivo? (Hb 9 . 14) De tanto melhor aliança Jesus foi feito fiador. (Hb 7 . 22) . Porque isto é o meu sangue, o sangue do novo testamento, (aliança) que é derramado por muitos, para remissão dos pecados. (Mt 26 . 28) E, quando Jesus tomou o vinagre, disse: Está consumado. E, inclinando a cabeça, entregou o espírito. Contudo um dos soldados lhe furou o lado com uma lança, e logo saiu sangue e água. Poder e Alcance do Sangue de Jesus Não há outra maneira de se salvar a não ser pelo sangue de Jesus, que purifica, limpa, cura e leva para os céus. Vamos viver debaixo deste sangue para que a morte não chegue até nós. E proclamá-lo entre as nações que estão doentes. Esta é a nossa redenção porque não poderíamos de maneira alguma pagar pelos nossos pecados. Meu irmão jamais clame o Sangue de Jesus sem que haja necessidade e sim quando houver; pois assim fazendo Deus certamente virá em seu socorro e te livrará. Que Deus nos ajude a permanecermos purificados pelo Sangue de Jesus até que Ele volte a buscar a sua Igreja. Amém!

quarta-feira, 11 de julho de 2012

NÃO TENHA MEDO

O profeta Eliseu, guiado por Deus, estava derrotando o exército sírio sozinho. Cada vez que eles se preparavam para atacar Israel, o profeta avisava o rei israelita, que conseguia emboscar o inimigo antes que atacasse. O rei da Síria suspeitava que houvesse um espião em seu próprio governo, mas era assegurado por seus homens que Eliseu era o responsável por suas derrotas. O rei declarou guerra a Eliseu. Durante a noite, seu exército cercou a cidade onde o profeta vivia. O jovem que trabalhava com Eliseu levantou-se muito cedo na manhã seguinte e viu as tropas cercando a cidade. Ele ficou assustado e correu a Eliseu: "O que vamos fazer?" (2 Reis 6:15, BLH). Com seus olhos naturais, ele viu a insuperável força do inimigo e sua própria fraqueza. Mas Eliseu viu a situação de modo diferente. De seu ponto de vista espiritual, o exército não representava uma ameaça. Ele confortou o jovem: "Não tenha medo, pois aqueles que estão conosco são mais numerosos do que os que estão com eles" (2 Reis 6:16, BLH). Eliseu e seu servo não feriram ninguém naquele dia. Deus entregou o exército sírio nas suas mãos e ele deixou que fosse para casa em paz. Aqueles soldados e o povo de Israel aprenderam uma forte lição: Deus é maior do que qualquer inimigo que enfrentamos. Precisamos lembrar a mesma lição quando nos levantamos para enfrentar problemas insuperáveis. Deus nos assegurou que o socorro está disponível. Precisamos abrir nossos olhos e ver como ele nos tem ajudado. Considere como nossos aliados são mais numerosos e poderosos do que as forças do diabo. Quando enfrentamos tentações, perseguições e outros obstáculos que ameaçam nosso bem-estar espiritual, podemos recorrer às muitas fontes de socorro que Deus tem provido. Os cristãos fiéis podem nos auxiliar (Efésios 4:11-16). O Espírito Santo intercede pelos filhos de Deus (Romanos 8:26-28). Jesus vive para nos auxiliar a superar o mal (Romanos 5:8-11). E nosso Pai celestial nos protege e socorre (Romanos 8:31-39). Verdadeiramente, aqueles que estão conosco são mais numerosos do que os inimigos!

segunda-feira, 4 de junho de 2012

NEEMIAS: UM EXEMPLO A SER SEGUIDO

INTRODUÇÃO: Neemias é um dos maiores exemplos a ser seguido na Bíblia. Um homem de Deus que em situações difíceis em que Jerusalém se encontrava, ele toma a posição de ir sozinho resolver o problema. Exemplo que deveria ser tomado por muitos que se dizem homens de Deus. E que em momentos difíceis da igreja ou mesmo do próprio crente, são os primeiros a pular fora do barco. A primeira atitude a observar de Neemias era a preocupação com sues irmãos que tinham escapado do exílio. Muito diferente de alguns que nem se preocupa com as ovelhas, ou com seus irmãos. Ne. 1: 2. Neemias recebe uma noticia mais desagradável ainda. Ne. 1: 3. Ao receber esta noticia a atitude de Neemias não oi a de murmurar, ou fazer contendas, mas Neemias tomou a atitude que todos os homens de Deus deveriam tomar diante da situação. Muitos quando sabem da situação de alguns irmãos deveria tomar a atitude que Neemias tomou. Neemias. 1: 4. Neemias mostrou-se sábio e conhecedor da Palavra de Deus. Fez a oração lembrando Deus da promessa que Ele havia feito a Israel.Ne. 1: 1 e 8 a11. Ao contrário de muitos que oram a Deus para o manter o mais longe possível dos problemas da Igreja. Neemias mostra que diante de qualquer situação antes de pedir ou responder alguma coisa para a autoridade é necessário orar primeiro. Ne. 2: 4 a 8. Neemias recebeu autoridade do homem para ir a Jerusalém, mas recebeu a unção de Deus para fazer a obra da reconstrução dos muros e restaurar as portas. Ne. 2: 9. UNÇÃO Autoridade e capacidade sobrenatural de Deus para o homem fazer a obra. I Sm. 10: 6 e 7. Neemias mostra sabedoria, chega de noite, não fala nada para ninguém. e vai observar tudo. N. 2: 13 a 15. Obs: ESPIRITUAL __ VALE Lugar de guerra. Ef. 6: 10 a12 FONTE DO DRAGÃO: __ Dragão grande inimigo Fonte do inimigo. Ap. 20: 2 PORTA SO MONTURO: __ Porta do lixo, sujeira precisa limpar. PORTA DA FONTE: __ Porta do fluir a benção de Deus Porta estreita Mt. 7: 13 e 14. Depois de observar como está o inimigo (Fonte do dragão), Neemias vai observar a Fonte de onde ele vai tirar a benção. Is. 12: 1 a3; Neemias parte para a batalha espiritual. Logo podemos observar que o homem de Deus resolve trabalhar para resolver os problemas da igreja, ou quando o crente começa a trabalhar pra resolver os problemas da sua vida, o inimigo começa a agir. Ne. 2: 10 e 19; Ne. 4: 1 a 5. Neemias mostra para o inimigo que não está disposto a dar ouvidos a ele. Esta tem que ser a posição de um homem de Deus, e do crente. Não podemos e nem devemos dar ouvido ao inimigo quando estamos fazendo a obra e em momento algum. Ne. 2: 20; Ef. 4: 27. Quando o homem de Deus é encarregado por Deus para restaurar a obra, ou o crente sente por parte de Deus que tem de arrumar a sua vida, e resolve não dar ouvido ao inimigo, pode-se preparar pois a luta vem ai Ne. 4: 7 e 8. Neemias sabia que o inimigo ia atacar, tratou logo de se preparar. Ne. 4: 9; é hora do homem de Deus colocar, ou pedir para alguém orar dia e noite, ou ele mesmo fazer isso. Este exemplo é para ser seguido sabendo, que o inimigo vai atacar é hora de orar sem cessar. Davi em situações semelhantes veja o que ele fazia. Sl.55: 17; Sl 8: 17; Mt.18: 7. O inimigo viu que eles se prepararam com oração e não conseguiu derruba-los, mudou de estratégia, procurou entrar no meio deles. Ne. 4: 11. Neemias passou a reforçar a proteção colocou mais guardas e armados com espadas. Ne. 4: 13. Assim o homem de Deus, e o crente que estão fazendo a obra têm que orar mais e ler a Palavra de Deus para derrotar o inimigo. Ef. 6: 17 e 18. O inimigo não conseguiu destruir o trabalho de Neemias, tentou negociar. Ne. 6: 1 3. O inimigo vendo que não conseguia derrubar o homem de Deus que está fazendo a obra na igreja caída, e no crente que está mudando de vida, ele vai tentar negociar, fazer uma aliança, levar o homem a pecar contra Deus. I Co.6: 14 a 16; Dt. 7: 2, 3, e 4. Até falso profeta foi usado contra Neemias. Ne. 6: 7 a 13; É o cuidado que o homem de Deus, e o crente tem que ter quando o inimigo quer destruir a obra que Deus está fazendo na igreja e na vida do crente. Até falsos profetas ele usa e normalmente vem dizendo que está falando em nome de Deus. Jr. 5: 13; Jr. 23: 21; Jr. 14: 114.

A IGREJA DO EVANGELHO QUADRANGULAR CHACARA